Mito ou verdade?

Por Ophium Motel / 11th dezembro, 2014 / Sem categoria

É preciso parar de tomar a pílula para evitar o excesso de hormônios no corpo?

Mito. Mulheres de todo o mundo usam a pílula para evitar uma gravidez não planejada por vários anos, e muitas delas tem a mesma dúvida: será que não dar uma pausa nos hormônios faz mal para o meu organismo?

Falar que é preciso dar um intervalo no uso de anticoncepcionais orais não passa de mito. As pílulas evoluíram muito desde seu lançamento e os laboratórios farmacêuticos trabalham constantemente para aprimorá-las cada vez mais.

As pílulas mais modernas comercializadas atualmente são, em sua maioria, constituídas pela combinação de dois hormônios – estrogênio e progesterona –, sendo ambos em baixa quantidade. Esses hormônios são sintéticos, ou seja, desenvolvidos em laboratório, o que reduz ainda mais a possibilidade de apresentar algum efeito colateral. Além disso, o uso contínuo de anticoncepcionais hormonais trazem outros benefícios para as mulheres além de evitar a gravidez, como a diminuição das cólicas menstruais, do fluxo menstrual e das espinhas.

Para as mulheres que acham que ao tomar diariamente as pílulas estarão ingerindo uma grande quantidade de hormônio, o DIU pode ser uma ótima opção. O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um pequeno dispositivo em forma de “T” inserido pelo ginecologista no útero da mulher, antes encontrado somente em cobre, sua versão mais moderna e eficiente é feita de plástico e é medicada com progesterona, um dos hormônios das pílulas modernas. O DIU medicado com progesterona reduz a circulação de hormônios, pois ele libera a substância apenas dentro do útero e somente uma pequena parcela será absorvida para a corrente sanguínea.

O DIU medicado, além de ter alta eficácia contraceptiva e reduzir a quantidade de hormônios circulando no corpo pela sua forte atuação local, também diminui o fluxo menstrual, podendo até mesmo levar a interrupção da menstruação. Outra vantagem do uso do DIU com progesterona é que ele só precisa ser trocado a cada cinco anos, sendo extremamente prático para a rotina da mulher moderna, que estuda, trabalha e ainda cuida da família, e caso você decida engravidar, basta ir ao seu ginecologista e solicitar a retirada do DIU que no seu próximo ciclo menstrual sua fertilidade já estará atuando normalmente.

 

Fonte: Gineco

Resposta sexual feminina

Por Ophium Motel / 11th dezembro, 2014 / Sem categoria

É a resposta para a fase de intensa excitação. Existem três tipos de respostas: o orgasmo múltiplo, orgasmo simples e resposta sem orgasmo.

A primeira descrição da reposta sexual feminina foi realizada por meios dos relatórios Masters e Johnson, em 1966. Mais recentemente, no ano de 2004, Rosemary Basson propôs um novo modelo de função sexual feminina, que sublinha a interdependência das relações e fatores da função sexual em mulheres.

Nesse novo modelo, a sexualidade e a função sexual em mulheres seguem uma trajetória circular em que estímulos emocionais e de relacionamento desempenham um papel fundamental significativo, e o desejo sexual intrínseco desempenha um papel muito menor.

As principais características físicas da resposta sexual feminina são:

  • Lubrificação sexual;
  • Intumescimento do clitóris.

A lubrificação sexual ocorre quando há um acúmulo de sangue nos órgãos genitais e existe a transudação de gotículas de líquido pela sua parede. A lubrificação pode acontecer a partir das secreções do colo do útero e ainda por meio das glândulas de Bartholin ou glândulas vestibulares maiores – glândulas alojadas na parede vaginal com função de efetuar a lubrificação do canal vaginal, preparando-o para o ato sexual.

A lubrificação da vagina corresponde à ereção no homem. Quanto mais excitação, mais lubrificação. Já o intumescimento do clitóris é o inchaço natural devido à excitação.

Para que haja a resposta sexual feminina, segundo o modelo de Basson, é importante a interação e a integração com o parceiro. A mulher busca a satisfação sexual na interação efetiva e o orgasmo é a resposta para esse estímulo intenso de prazer.

No momento máximo de excitação, o corpo libera uma grande quantidade de substâncias para o cérebro, como a dopamina, e o cérebro libera endorfina e morfina, que causa bem-estar, prazer e relaxa o corpo. O orgasmo varia em intensidade, quantidade e tempo de mulher para mulher e de homem para homem. Isso também dependerá do estímulo sexual do casal. Existem casos em que mulheres secretam líquido em quantidade, assim como os homens. E há mulheres que não respondem com o orgasmo – a anorgasmia.

Fonte: Gineco

Acabou o desejo e agora?

Por Ophium Motel / 11th dezembro, 2014 / Sem categoria

Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.

A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.

Vários fatores podem desencadear a falta de desejo nas mulheres. Dentre as causas orgânicas e físicas estão o desequilíbrio hormonal que pode ser tratado com medicação para a reposição dos hormônios, e as infecções vaginais e uterinas que são tratadas com antibióticos específicos para cada tipo de agente infeccioso.

Depressão, falta de autoestima, fatores sociais e culturais, e situações traumáticas de abuso sexual geram danos psicológicos que afetam a libido feminina profundamente. Nesses casos, é preciso realizar acompanhamento ginecológico e psiquiátrico concomitantemente para obter a evolução desejada no tratamento e alcançar a cura através do uso de medicações e sessões de terapia.

Se você estiver apresentando algum sintoma de disfunção sexual não deixe de procurar seu ginecologista. Esse problema não deve ser ignorado.

 

Fonte: Gineco

Festival oferece pratos assinados por chefs em motéis da Grande Goiânia

Por Ophium Motel / 26th outubro, 2014 / Promoção

A rede moteleira de Aparecida de Goiânia e da capital realiza, pelo segundo ano consecutivo, o Festival Motel Gastronomia. Até 15 de novembro os clientes poderão degustar pratos especialmente elaborados por chefs regionais com preço acessível. O objetivo é eliminar o preconceito do público, mostrando que o motel também oferece opções gastronômicas requintadas.

Ao todo, dez motéis participam do festival. Os chefs participantes são André Barros, Alessandra Barros, Dilde Pidde, Mara Manuela e Renata Stein. Dentre os pratos oferecidos estão opções de carnes, risotos e massas. A lista completa pode ser conferida no site do festival.

Presidente da Associação Brasileira de Motéis – Regional Goiás e idealizador do projeto, Michael Alves e Almeida explica que a expectativa é que o festival siga o sucesso da primeira edição e que os números de hospedagens cresçam, em média, 25% no período do evento. “A minha ideia é que o festival no circuito de eventos gastronômicos da cidade”, diz.

Qualificação
Além disso, a rede vê no projeto uma oportunidade de qualificar o serviço prestado nos motéis. No estabelecimento onde Michael é proprietário, por exemplo, três cozinheiras foram pessoalmente treinadas pelo chef André Barros para que preparem diariamente o “Filé Oriental”, receita participante do festival.

É o caso de Keila Morais, 38, que afirma aproveitar a oportunidade para aprender mais sobre culinária. “Enquanto ele me ensina um prato estou fazendo mil perguntas, pegando dicas”, conta. Ela ressalta que, apesar de não poder ver, os clientes não devem temer os bastidores do preparo de seus pratos. “É normal, como qualquer outra cozinha. A gente faz tudo na hora, fresquinho para levar para o cliente”, diz.

Alessandra Barros prepara prato do Festival Motel Gastronomia, em Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Luísa Gomes/G1)

Chef Alessandra Barros prepara receita com auxiliares (Foto: Luísa Gomes/G1)

O projeto também é considerado positivo para os chefs participantes. Segundo Alessandra Barros, que assina dois pratos nesta edição, o convite inicial causou surpresa, mas foi encarado com um desafio que vem trazendo resultados gratificantes. “Aqui a gente não fala com o cliente. Então, só sabe se está bom ou não quando tem o retorno do prato. E as cozinheiras têm contato que eles estão voltando quase lambidos, não tem sobrado nada”, comemora.

Tanto ela quanto André Barros afirmam que a elaboração da receita deve levar em conta as características do local onde ela será preparada. “Pensei em um prato que fosse atraente no visual, no sabor, que seja diferente e tenha um baixo custo”, afirma André. Dentre os cuidados estão a escolha de ingredientes mais leves e de fácil preparo, já que nos dias de maior movimento nos motéis, a cozinha requer agilidade para atender os clientes.

O toque final fica por conta das cozinheiras do dia-a-dia que garantem a qualidade dos pratos assinados pelos chefs sem perder a personalização para os clientes da casa. “Aqui a gente não trata os clientes pelos nomes, mas aqueles que vêm com frequência a gente já sabe do que gosta e sempre faz do jeito que eles pedem”, revela Keila.

Serviço:
2º Festival Motel Gastronomia
Data: até 15 de novembro
Motéis participantes: Aphrodite, Chalé, Dunas, Eros, Memphis, Mont Blanc, Ophium, Phoenix, Suite e Vip’s.
Mais informações: www.motelgastronomia.com.br

Fonte: G1